Em 29 PALMOS um misto de avareza e honra põe em evidência a maldade num grupo díspar de personagens. Iludindo um xerife bonacheirão que fuma "erva", um vagabundo rouba um saco cheio de dinheiro do depósito de um terminal rodoviário no deserto iniciando uma reacção em cadeia. Sem saber que o saco andara de mão em mão, que havia já muita gente atrás do dinheiro, este gesto simples do vagabundo coloca-o na mira dum polícia violento, dum segurança de casino depravado, dum misterioso assassino contratado e dum juiz corrupto, pois todos querem ficar com o saco para si. Formando uma estranha aliança com uma empregada de mesa que vê no conteúdo do saco uma forma fácil de mudar de vida, o vagabundo tenta eludir os seus perseguidores e fica então a saber o motivo pelo qual o dono dum casino mafioso o quer ver morto.
