Júlio César está pelos cabelos coma pequena aldeia Gaulesa, os seus habitantes e a sua poção mágica. Ele intimida os seus conselheiros chefe. Mas habilidosamente eles resumem-lhe a situação:
"Suponha que estes Gauleses são realmente Deuses, ó César, estamos num beco sem saída. Veja por exemplo, ...o semideus Hércules. Alguém se habilita a lutar com Hércules?"
Desarmado para poder avaliar esta sofisticada interpretação do problema, César grita:
"Eu, César, vou mostrar-vos que estes meios libertinos idiotas são meros mortais! Eu irei vê-los pessoalmente! Eu vou atribuir-lhes alguns trabalhos que somente os deuses poderiam realizar... se realmente são deuses, e executaram com êxito os meus trabalhos, Eu admitirei a derrota! Mas se forem somente humanos, sentirão a raiva louca de César!"
Inspirado nos trabalhos de Hércules, César (e os seus conselheiros) redige(m) uma nova versão dos doze trabalhos. Mais difíceis e perigosos. Vitalstatistik, chefe de indomável aldeia, rapidamente chega a uma conclusão:
"Astérix, tu és o mais esperto de todos, Obélix, o mais forte. Estão nomeados para representarem a nossa comunidade e serem bem sucedidos... se possível!"
Roger Carel, Pierre Tornade, Jacques Morel, Henri Labussière, Jean Martinelli, Pascal Mazzotti, Lawrence Riesner, Claude Dasset, Roger Lumont, Gérard Hernandez, Henri Virlojeux, Nicole Vervil, Jacques Hilling, Henri Poirier, Mary Mongourdin, Gisèle Grimm, Bernard Lavalette, Caroline Clerc, Micheline Dax, Henri Virlogeux, Stéphane Steeman, Pierre Tchernia, Georges Atlas, Odette Laure, Claude Bertrand, Monique Thubert, Jean Stout, Alice Sapritch
