Aoyama Shinji vai semeando sinais de «malaise» dos tempos modernos e de premonições catastróficas (crise familiar, vazio espiritual) e o correspondente desejo de transcendêbcia e ressureição - como uma versão japonesa de «O Futuro Radioso» de Atom Egoyan.
Vasco Câmara, Público
Kyushu, Sudoeste do Japão. Um autocarro municipal é atacado por um louco armado, que dispara sobre os passageiros até ser detido pela polícia. Apenas o condutor, Makoto, e duas crianças, Kozue e Naoki, sobrevivem. Afectado pelo incidente, Makoto desaparece sem deixar rasto.
Dois anos mais tarde, as crianças ficam sozinhas após o abandono da mãe e a morte do pai, vítima de um acidente de viação. Makoto regressa a Kyushu e ocupa-se de Kozue e Naoki acompanhados pelo primo, Akihiko, um estudante universitário em férias.
Suspeito principal do homicídio de uma mulher encontrada nas margens do rio, Makoto compra uma velha carrinha e convida os jovens a acompanhá-lo numa viagem.
