Puck age como um Marx dos nossos dias, vivendo numa casa em Dallas com um grupo de amigos que pensam da mesma maneira.
Eles podem não saber bem o que querem, mas sabem de certeza o que não querem: multinacionais, globalização, a destruição da floresta tropical, um restaurante de comida de plástico em cada esquina, um todo-o-terreno em cada garagem. Mas Puck e os amigos são rebeldes mas não são violentos.
A situação muda com a chegada de Johnny Black. Os protestos não violentos tornam-se mais radicais. As drogas leves dão lugar ao vício nas duras. Puck acaba por ser posto em prisão domiciliária, sendo forçado a confrontar-se com o comportamento conformado da classe média que tinha deixado para trás. A nova namorada também não ajuda nada: Jody é uma bela Republicana, fanática por roupa de cabedal e pelo Presidente George W. Bush.
Parte de sátira política, parte comédia romântica, O Anarquista denúncia o extremismo em todas as suas formas!
