
"Lundi Matin" (2001-1999 — 2h 09m)
É a coisa mais inclassificável a surgir nos últimos anos no cinema francês. Um filme sobre o trabalho como se este fosse o coração das trevas.
Vasco Câmara, Público
Depois de ser despedido, Vincent, inventa um emprego na ONU, em Genebra. Finge estar sempre ocupado, sempre a caminho de mais uma reunião urgente, partilha apenas pequenos detalhes com a mulher, Muriel, e os três filhos. Passa os dias e as semanas na estrada, em parques de estacionamento, a aprender de cor documentos que lhe permitem continuar a ficção. Mentir a todos os que o rodeiam torna-se uma ocupação a tempo inteiro.
Inteligência do argumento, brilhantismo das interpretações. Uma obra profundamente actual.
Rodrigues da Silva, Jornal de Letras
Frank, um estudante de uma Universidade de Economia Parisiene, aceita um cargo de estagiário no departamento de Recursos Humanos da fábrica onde o seu pai trabalha há trinta anos.
Quando os esforços de Frank para melhorar a empresa, nomeadamente pela implantação das trinta e cinco horas semanais de trabalho, levam ao despedimento de muitos trabalhadores, incluindo o seu pai, gera-se um grande confronto, que força pai e filho a ponderar a sua relação...
Aurélien Recoing, Karin Viard, Serge Livrozet, Jean-Pierre Mangeot, Monique Mangeot, Nicolas Kalsch, Marie Cantet, Félix Cantet, Olivier Lejoubioux, Maxime Sassier, Elisabeth Joinet, Nigel Palmer, Christophe Charles, Didier Perez, Jean-Claude Vallod, Chantal Barré, Véronique de Pandelaère, Michel Begnez, Lucien Longueville, Danielle Mélador, Pascal Sémard, Didier Emile-Woldemard, Françoise Boutigny, Sébastien Tauvel, Jean-François Garcia, Gaëlle Amouret, Marie-Laure Potel, Philippe Jouannet, Jalil Lespert