Na parte mais ocidental da China encontram-se mais de 150 mil quilómetros quadrados de deserto e miséria.
Outrora, cidades floresceram ali - oásis enriquecidos pela lendária rota da seda chinesa, até que a guerra e o deserto acabou com a sua existência. É uma terra perdida tão cruel que o seu nome é já um aviso. Taklimakan significa 'aqueles que entram já não saem.'
Dois homens corajosos entraram no Taklimakan, um em busca da verdade, o outro de tesouros. Ambos tiveram de lutar pela vida contra o deserto amaldiçoado e, nas garras da morte, encontraram tesouros que iriam mudar o mundo.
O arqueólogo do século XX Sir Aurel Stein penetrou no mortal Taklimakan para seguir as pistas e os escritos do monge chinês do século VII, Xuanzang, descobrindo tesouros arqueológicos que incluem uma biblioteca Budista com mil anos, quase em perfeitas condições.
