-Phillipe Azoury, Liberté
Encontramo-nos frente a um filme maior e exigente; mas também, perante um desafio apaixonante, perante um desses momentos em que o cinema justifica ser mais do que adrenalina e pombinha.
-M. Torreiro, El País
Três diferentes épocas - 1966, 1911, 2005 - três histórias, o mesmo actor e actriz, evocando, numa fábula sentimental, três reincarnações de um amor inacabado... 1966 - Um Tempo de Amar uma jovem. May e um soldado, Chen, conhecem-se numa sala de jogos. Partilham momentos numa maravilhosa noite quente. 1911 - Um Tempo de Liberdade. Durante a ocupação japonesa da Formosa, um diplomata casado ganha, através da sua bondade, a admiração de uma cortesã, num bordel em Dadaocheng. Contudo, os seus princípios modernos não permitem que a tome como sua concubina. 2005 - Um Tempo de Juventude. Sob a ameaça de guerra com a China, a Formosa encontra-se instável. Uma jovem bissexual, Jing, envolve-se num triângulo amoroso. Paixões secretas fervilham por entre mal-entendidos, rejeições e relações modernas que florescem e falham à distância segura de sms e de emails.
