Felizmente "o crime é a única profissão democrática, todos o podem praticar"
Amadeu e Leonardo são dois marginais que ao som do samba e do fado, entre o Rio de Janeiro e Lisboa, lutam contra o destino que os condenou a uma vida de pequenos malandros - até se lhes atravessar no caminho, de revólver em punho, uma mulher bela e fatal, que os conduzirá até Reis, um escritor de livros policiais de quem se diz que comete os crimes sobre que escreve. Recrutados os cúmplices, fixado o objectivo (o roubo de um quadro verdadeiro de uma exposição de arte falsa), só falta escolher a data.
E que melhor dia para entrar em acção do que a noite da final do Campeonato do Mundo de Futebol, em que dez milhões de portugueses, colados aos televisores, querem finalmente saber se vencemos o nosso triste fado?
