Domingo, 26 de Janeiro de 1992. No Ciné 13 da Avenida Junot, vejo pela primeira vez as três horas e meia de Uma Bela História. Sozinho.
Para o meu prazer ou para minha grande angústia. Nos últimos três anos, imaginei o filme de mil e uma maneiras, a partir de algumas frases pomposas do género, 'É a história de algumas pessoas que têm vontade de ver um pouco mais longe do que o seu objectivo na vida' ou 'Porque razão uma vida pode parecer tão curta ou tão longa como a eternidade?'. Tenho inúmeros cadernos com notas e diálogos assim, em lista de espera. Uma vez mais, o amor é a mais bela das histórias. Por isso, o filme vai chamar-se Uma Bela História.
Em resumo, um filme que nunca poderá caber numa sinopse, num argumento, que nunca vos poderei explicar. Simplesmente mostrar-vos.
Gérard Lanvin, Béatrice Dalle, Vincent Lindon, Marie-Sophie L, Patrick Chesnais, Paul Préboist, Charles Gerard, Isabelle Nanty, Amidou, Gerard Damon, Anemone, Marie-Sophie L., Jacques Gamblin, Constantin Alexandrov, Amina Annabi, Gérard Darmon, Anémone, Patrice Laffont, Catherine Lachens, Jean-Claude Dreyfus, Patrick Edlinger, Jean Benguigui, Charles Gérard, Élie Chouraqui, Denis Charvet
